Tenho raízes profundas que a esta altura da vida são um verdadeiro emaranhado de emoções. Nem vale à pena tentar desvendá-las. Coisas de amor e desamor. O melhor a fazer é acomodá-las no meu baú de vivências.
Me ensina a viver, pois só não quero morrer sem antes ter existido. Diga o que sabe sobre mim, pois tudo o que eu sei, é da dor de não saber quem sou. Tolhida que fui, com medo da vida me encolhi, me amassei como uma bola de papel para caber em uma vida bandida.