"Aquele livro que eu não escrevi" conta que aquela decisão errada acabou sendo seu melhor acerto. Por conta disso, arancou de seu corpo o cabresto e antolhos e pode sentir a liberdade vestindo-lhe a pele.
Me ensina a viver, pois só não quero morrer sem antes ter existido. Diga o que sabe sobre mim, pois tudo o que eu sei, é da dor de não saber quem sou. Tolhida que fui, com medo da vida me encolhi, me amassei como uma bola de papel para caber em uma vida bandida.